Secretaria de Obras e Infraestrutura

Departamento de Comunicação   15/08/2017 | 15h38

PONTE DO MARAPÉ É INAUGURADA E TRÂNSITO É LIBERADO NO LOCAL

Nova ponte já foi liberada para o trânsito e veículos e pedestres.

PONTE DO MARAPÉ É INAUGURADA  E TRÂNSITO É LIBERADO NO LOCAL

A Prefeitura de Tatuí inaugurou na quinta-feira (10/08), no final da tarde, a Ponte “Pérsio Santi” (Ponte do Marapé), sobre o Ribeirão do Manduca. O ato, simples e sem protocolo, teve a presença da prefeita Maria José Vieira de Camargo, do vice-prefeito Luiz Paulo Ribeiro da Silva, secretários e vereadores, além de um grande número de pessoas, bastante interessadas em verificar como ficou a obra.

A reabertura da principal via acesso ao município, entre a Avenida Vice-Prefeito Pompeo Reali e a rua Capitão Lisboa, para o tráfego de veículos e pedestres, aconteceu no mesmo dia, com um grande fluxo de carros, motos e ônibus.

Os filhos de Pérsio Santi, Pedro e João, estiveram presentes, assim como outros familiares.

A construção da nova ponte foi realizada através de um convênio do município com o Governo do Estado. O valor da obra é R$ 925 mil. Foram realizadas ainda obras de drenagem nas duas vias que limitam a ponte, pavimentação, calçadas, iluminação, paisagismo e sinalização, entre outros serviços. O valor gasto é de aproximadamente R$ 600 mil, recursos estes do município.

            “A construção da nova ponte representa o início de uma nova etapa para o município, de um novo momento, que espero que seja de muito crescimento. Quero agradecer o empenho de toda a nossa equipe, da união de todos, para que pudéssemos devolver ao cidadão tatuiano o principal acesso da cidade em tão pouco tempo de administração”, destacou a prefeita Maria José Vieira de Camargo.

            O paisagismo ao longo da Ponte do Marapé teve a participação de empresários locais, que fizeram a doação de palmeiras e outras obras.

Histórico do caso - A Ponte do Marapé foi ao chão no dia 10 de março de 2016, após fortes chuvas e algumas intervenções da antiga administração no local, que chegaram a ser noticiadas em canais de televisão. No dia 1º de julho de 2016, as obras foram iniciadas, após um convênio celebrado com a Defesa Civil, do Governo do Estado de São Paulo. A obra tinha previsão de conclusão de quatro meses, mas praticamente pouco foi realizado. A partir de outubro de 2016, nada foi feito.

Ao assumir em janeiro de 2017, a prefeita Maria José Vieira de Camargo determinou vistorias no local das obras para apurar e registrar o estado de abandono completo da ponte. Com os laudos em mãos e orientação jurídica, determinou o rompimento do contrato com a empresa que era responsável pela obra. Orientada pela Casa Civil, a prefeita decidiu seguir com a licitação vigente e oferecer a obra para a segunda empresa colocada, pelo saldo ainda existente do convênio.

Em fevereiro de 2017, a administração rompeu o contrato com a empresa CVT Construtora, Incorporadora e Serviços Gerais, que havia sido contratada para construir a ponte. Segundo um laudo do engenheiro responsável pela fiscalização, João Batista de Camargo, desde outubro de 2016, a obra estava “sem produção”, isto é, paralisada. A empresa, com sede na região de Campinas, realizou apenas 26,85% das obras e recebeu por isso na gestão passada o valor de R$ 224 mil.

Após romper o contrato, a administração procurou a empresa segunda colocada na licitação realizada para a obra, Rone Engenharia, Projetos, Construções e Comércio Ltda., que aceitou concluir a ponte, pelo saldo existente do convênio entre a Prefeitura de Tatuí e o Governo do Estado.

O contrato com a nova empresa, com sede em Jaú, foi assinado no dia 6 de março de 2017. Na semana anterior, esta empresa realizou testes e sondagem de solo no Ribeirão do Manduca. A obra ficou deteriorada e prejudicada por conta do abandono. A nova empresa então instalou seu canteiro de obras ainda no dia 6 e, já no dia 10 de março, as obras tiveram seu início efetivamente. Praticamente no final de julho, a obra foi concluída e a partir de então a Prefeitura de Tatuí tem trabalhado no reaterro das cabeceiras, drenagem das vias que limitam a ponte, pavimentação, construção de calçadas, iluminação, sinalização e serviços de serralheria (junto a passarela para pedestres).

 

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